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João de Sousa

Domingo, Novembro 28, 2021

Costa Silva: O homem que vai desenhar o nosso futuro…

O homem que o P-M António Costa foi buscar para ‘desenhar’ a ultrapassagem portuguesa da crise sócio-económica global provocada pelo vírus de Wuhan, António Costa Silva, fala nesta entrevista à TVI sobre “China versus EUA” (a 22 Fevereiro 2020), ou seja, sobre a “guerra” em curso pela hegemonia global.

É importante perceber que homem é este, que interesses defende, que ideias tem, que “grelhas” e quadros estratégicos são os seus…

Para já, duas notas e dois reptos.

Duas notas:

  1. Costa Silva surge na entrevista como homem bem informado, detentor de uma informação de qualidade que mostra saber organizar. Mostra ainda ser capaz de reflectir sobre a posição, o interesse e as potencialidades (e algumas fragilidades…) de Portugal nesse quadro do afrontamento entre China e EUA.
  1. Não fica, porém, claro que tenha uma grelha de leitura própria (muito menos que ‘grelha’ será essa…) destes acontecimentos, nem um quadro estratégico capaz de organizar o ‘interesse nacional’ que permita à “nau Portugal” (Pessoa dixit) atravessar o caos das tempestades actuais e chegar ao seu bom porto.

E dois reptos:

  1. Fica o desafio aos nossos colaboradores e leitores que aqui contribuam para esclarecer quem é e o que quer este homem a quem o P-M António Costa entregou a missão mais importante de todas: definir o nosso futuro.
  1. E fica também outro repto para que colaboradores e leitores se pronunciem: Esta decisiva missão estratégica que o P-M Costa entregou ao presidente da Partex (uma empresa pública tailandesa) não justificaria, só por si, a criação de um órgão permanente (sem ‘tachos, nem custos de estrutura) capaz de organizar e resolver estas questões de Estado? Porque é de “questões de Estado” e de “pensamento de Estado” que se trata, o local para as organizar e resolver só pode ser um Conselho Nacional Económico e Estratégico… Esta nomeação é o reconhecimento pelo P-M António Costa da necessidade absoluta de estratégia de Estado. Que seja então o ponto de partida para que o Estado Português se dote de um órgão próprio para organizar e resolver tais questões, um órgão metapartidário, dotado de autonomia e na dependência directa ou do PM ou do PR, que reúna competências (o que exclui os ‘suspeitos do costume’ e outros responsáveis pelo “estado a que chegámos”…), um verdadeiro Conselho Nacional Económico e Estratégico.

Exclusivo Tornado / IntelNomics


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