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Quarta-feira, Julho 6, 2022

Entenda o golpe de Estado na Bolívia

Ana Prestes, São Paulo
Ana Prestes, São Paulo
Socióloga. Cientista política. Mestre e doutora em Ciência Política (UFMG). Atualmente está em fase de pesquisa de pós-doutorado no Instituto de Estudos Brasileiros (USP) e de doutorado no programa de pós-graduação em História na UnB. É analista internacional. Professora voluntária do Decanato de Extensão da UnB. Trabalha na Câmara dos Deputados e é pesquisadora da história da participação política das mulheres no Brasil.

Há dois anos, Evo Morales, presidente eleito da Bolívia, era forçado a renunciar por forças golpistas que não reconheciam sua eleição.

No dia 10 de novembro de 2019, Evo Morales, então presidente eleito da Bolívia, foi forçado a renunciar por pressão de forças golpistas, que não reconheciam a legitimidade do resultado das eleições presidenciais e acusavam Evo de fraude.

Esse processo acontecido na Bolívia tem motivação semelhante a outros golpes sofridos por países latino-americanos, com atores internacionais articulando-os com grande interesse nos recursos naturais presentes no país, bem como em fortalecer sua influência na região.


Texto em português do Brasil

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