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João de Sousa

Quinta-feira, Dezembro 1, 2022

PS. Uma vitória segura

O Partido Socialista ganhou as eleições legislativas com maioria absoluta abrangente em todo o País absorvendo eleitorado de outras correntes do pensamento da esquerda afirmando-se assim como o grande partido da esquerda dos valores; da democracia; e da liberdade; a quem o cidadão eleitor reconheceu valia do trabalho realizado nos últimos seis anos de Governação e entendeu que deveria continuar esse trabalho sem qualquer entrave na Legislatura.

O Partido Socialista através do seu Secretário Geral António Costa assumiu, durante a campanha e no discurso de vitória, o compromisso para com a Nação de que o diálogo com as restantes correntes de opinião do espectro político partidário nacional com representação Parlamentar será prática corrente porque ter maioria absoluta não é ter o poder absoluto.

A extrema direita e o neoliberalismo aumentaram exponencialmente a sua base eleitoral não se sabendo se vieram para ficar ou, como já aconteceu com outras forças políticas, implodir ao sabor do possível renascimento da democracia cristã e da social democracia. Até porque, há desaires eleitorais que servem para corrigir trajetórias e o reequilíbrio interno da correlação de forças de organizações políticas com história, um pouco à semelhança daquilo que aconteceu em Espanha com o Partido Popular e de onde emergiram o VOX (extrema direita) e o Ciudadanos, um partido liberal e centrista, um pouco à semelhança do Iniciativa Liberal, e que, atualmente descem nas intenções de voto enquanto o PP-Partido Popular recupera a olhos vistos não só a sua história mas também a sua base social de apoio que se tem vindo a traduzir em apoio massivo nas suas ações políticas e influência na Governação Regional.

Hoje é um dia para refletir sobre o Zé Albino e as chalaças de Rui Rio que convencido das favas contadas pelas sondagens manipuladas por interesses obscuros davam como certo um empate técnico com possibilidade de haver uma maioria de deputados de direita eleitos para a Assembleia  da República. Esqueceu-se do fiasco nas sondagens para a eleição da composição dos Órgãos para a Câmara Municipal de Lisboa e perdeu o sentido de Estado ao apresentar uma mão cheia de nada no programa eleitoral a sufrágio apresentado pelo PPD/PSD.

O povo Português mostrou que tem memória e vida coletiva em sociedade que quer ver melhorada com equilíbrio; justiça social; e equidade distributiva;

A construção da Europa Social, depois da vitória do SPD na poderosa Alemanha e de António Costa em Portugal, começa a tomar forma assegurando uma transição pacífica para e era digital e de proteção ambiental prevenindo as alterações climáticas a que a França das convicções revolucionárias se saberá juntar no curto prazo.


Por opção do autor, este artigo respeita o AO90

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