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Segunda-feira, Julho 4, 2022

PST apoia Ramos Horta no diálogo e defende exoneração de Matan Ruak

J.T. Matebian, em Timor-Leste
J.T. Matebian, em Timor-Leste
Correspondente em Timor-Leste.

O Partido Socialista de Timor apoiou a posição do Presidente da República sobre a importância do diálogo esclarecido com os Partidos Políticos timorenses para a reposição da ordem democrática e constitucional e a demissão de Taur Matan Ruak.

Em conferência de Imprensa realizada na manhã de 16 de Junho de 2022, em Balide (Díli), o PST declarou que defende a posição pública do Presidente da República de Timor-Leste, José Ramos-Horta, na defesa do diálogo como instrumento para a reposição da ordem democrática e constitucional em Timor-Leste, nomeadamente para a demissão do Primeiro Ministro Taur Matan Ruak, devido às várias irregularidades governativas praticadas, inadmissíveis num Estado de direito democrático.

Socialistas timorenses querem coerência de princípios, moral e ética política

O Partido Socialista de Timor (PST) tornou público na Conferência de Imprensa que o seu partido político entregou 3 mil assinaturas dos seus militantes no Tribunal de Recurso para apoiar a candidatura de Ramos Horta a Presidente da República, apoiando o seu projecto defendido na campanha eleitoral conducente à Reposição da Ordem Democrática e Constitucional.

Ivo Soares da Costa, um dos Vice-Presidentes do PST e porta-voz do Partido na Conferência de Imprensa, referiu ao Jornal Tornado a importância de Timor-Leste se pautar pela “coerência de princípios, moral e ética política”.

José Ramos-Horta, segundo declarações da Direcção do PST prestadas ao Jornal Tornado, atendendo a que venceu a eleição presidencial com mais de 62% dos resultados:

tem o mandato do povo para tomar todas as decisões necessárias ao início do processo para demissão do Primeiro Ministro Taur Matan Ruak e para a concretização do processo de Reposição da Ordem Democrática e Constitucional”.

Para além do PST e do Conselho Nacional para a Reconstrução de Timor-Leste (CNRT), a União dos Movimentos Democráticos e Patrióticos (UMDP), em que José-Ramos Horta foi seu primeiro Presidente, também exige a Reposição da Ordem Democrática e Constitucional de Timor-Leste.

A UMDP é um Movimento Cívico de Timor-Leste, constituído por sete organizações:

  • Associação dos Combatentes da Brigada Negra (ACBN);
  • Movimento Académico Pró-Constituição (MAPC);
  • Movimento dos Camponeses de Timor-Leste (MPKATIL);
  • Liga Juventude Estudantil (L-JEP);
  • Movimento Brigada Xanana (MBX);
  • Círculo Revolucionário Nacionalista CRN-1) e
  • Movimento Nacional da Juventude Progressista (MNJP).

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