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Terça-feira, Dezembro 6, 2022

30 anos do fim da guerra civil em El Salvador

Ana Prestes, São Paulo
Ana Prestes, São Paulo
Socióloga. Cientista política. Mestre e doutora em Ciência Política (UFMG). Atualmente está em fase de pesquisa de pós-doutorado no Instituto de Estudos Brasileiros (USP) e de doutorado no programa de pós-graduação em História na UnB. É analista internacional. Professora voluntária do Decanato de Extensão da UnB. Trabalha na Câmara dos Deputados e é pesquisadora da história da participação política das mulheres no Brasil.

Em 16 de janeiro de 1992, no Castelo de Chapultepec na Cidade do México, foram assinados os acordos de paz entre o governo de El Salvador e a Frente Farabundo Martí de (FMLN), que punham fim à guerra civil que havia tomado o país desde 1975.

A guerra civil salvadorenha se inicia motivada pelo conturbado contexto político local. Até então, o país era palco para desproporcionais repressões do Estado contra organizações populares, como, por exemplo, o levante camponês de 1932, que foi duramente reprimido, deixando mais de 30 mil pessoas mortas.

Frente a estas contradições, movimentos populares como a FMLN, o Partido Comunista e o Exército Revolucionário do Povo começaram a ação de guerrilha contra o corrupto e repressor governo salvadorenho, apoiado pelos EUA.

Na coluna Mira Mundo desta semana, Ana Prestes relembra os Acordos de Paz de Chapultepec e suas implicações na coesão nacional de El Salvador e no contexto político atual deste país.


Texto em português do Brasil

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