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João de Sousa

Quarta-feira, Outubro 27, 2021

Documentários LGBTI+ para entender uma história de luta

Uma lista de produções com histórias de pessoas lutam pela liberdade de ser quem são.

A revolta de Stonewall

Ser LGBT era ilegal nos Estados Unidos. Nas aulas de educação sexual eram mostrados vídeos que equiparavam gays e lésbicas a estupradores, pedófilos e psicopatas. A moral vigente colocava o homossexual como marginal e doente mental. Ao longo do tempo, criou-se uma subcultura de bares para onde homens e mulheres iam escondidos e se encontravam com pessoas semelhantes. Os próprios bares eram escondidos. Às vezes, em baixo de algum outro bar — underground.

Logo a sociedade fez pressão para que esses locais fossem extintos. Mas, em 28 de junho de 1969, inicia uma revolução civil pela igualdade de diretos dos homossexuais.

 

Tig

Tig Notaro é lésbica e uma comediante de stand up estadunidense. Além de ter descoberto um câncer de mama, ela perdeu a mãe e descobriu que não poderia engravidar nunca mais. Tudo de uma vez.

O filme está disponível na Netflix.

 

Oriented

Um documentário sobre três amigos gays palestinos que vivem em Israel, seus pontos de vista políticos e sociais, crises existenciais e auto-aceitação. Eles formam o Qambuta, um grupo com objetivo de propagar igualdade sexual e de gênero aos palestinos.

O filme está disponível na Netflix.

 

Parágrafo 175

O filme conta a história de 10 homens e mulheres homossexuais sobreviventes do regime nazista na Alemanha.

Até os anos 20, Berlim era uma cidade gay-friendly (se comparada a outras várias da Europa naquela épica).

Tudo parecia caminhar no rumo do progresso social até o partido nazista ganhar força. Depois de marginalizar e perseguir essas pessoas, Hitler criou um departamento especial para investigar e prender homens gays; com mulheres gay era um pouco diferente: eles acreditavam que elas podiam ser convertidas.

 

A Jihad do amor

Um documentário sobre como o Islamismo e os muçulmanos lidam com a homossexualidade. O filme nos leva a países como Irã, Egito, Paquistão e África do Sul e pontos de vista de homossexuais e de líderes políticos e religiosos são postos na mesa.

 

Paris is Burning

O documentário mostra histórias de gays e trans de Nova York do final dos anos 80. Eles vivem em “casas” (houses), onde habitam famílias que eles próprios escolhiam. Todos estão interligados por bailes (balls), grandes festas competitivas de beleza e talento.

O filme está disponível na Netflix.

 

The Pearl of Africa

Mulher trans, Cléopatra Kumbugu teve que fugir de Uganda após ter seu nome exposto em uma lista que “denunciava” homossexuais na primeira página do Red Paper, um dos principais tablóides do país. Antes da fuga, ela foi forçada a viver um mês de portas fechadas para que não fosse presa e perdeu o contato com vários de seus familiares. Esta dramática história é retratada em The Pearl of África. Hoje Cleópatra mora no Quênia e luta pelo reconhecimento de seus direitos em seu país de origem.

O filme está disponível na Netflix.

 

A fabulosa história do cinema queer

O documentário conta a trajetória do cinema queer desde 1947, mostrando os principais filmes da cultura queer americana e seus contextos até o início dos anos 2000. Por ser de 2006, o longa não traz os últimos lançamentos com essa temática, mas traça um bom percusrso até a data de sua produção.

 

Foto: A revolta de Stonewall, em 1969

Texto em português do Brasil

Exclusivo Editorial PV / Tornado

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