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Quarta-feira, Outubro 27, 2021

Resolução do problema nas urgências do CHTS

Nelson Oliveira
Psicólogo clínico, Mestre em Gestão Autárquica e membro de várias instituições desportivas e humanitárias

Uma missão que é de todos nós. O assunto não é novo e principalmente a cada inverno, surgem novamente relatos e notícias sobre as inúmeras dificuldades no atendimento adequado e em tempo útil aos utentes do nosso concelho e região no Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS).

Desde a criação deste Centro Hospitalar que agrega o Hospital Padre Américo em Penafiel e o Hospital de Amarante que as complicações nas urgências sucedem-se apesar da total entrega dos seus profissionais que tudo fazem para prestar os devidos cuidados médicos.

O maior problema reside essencialmente no número de utentes que cobre este mega-hospital e que supera o meio milhão de pessoas!

De 2007 até agora vários Governos tiveram em mãos este problema, várias administrações, mas o problema-base mantém-se e é necessário que todos unam esforços para de uma vez por todas resolvermos esta situação que se repercute diariamente na nossa população, nos nossos amigos e familiares. A culpa ou a responsabilidade do problema não é de A ou B, mas sim de todos nós.

Acima de qualquer aproveitamento político-partidário, qualquer reivindicação sobre a “paternidade” da iniciativa passada, actual ou futura, há que juntar esforços e interceder junto das entidades competentes para que seja possível criar um plano devidamente pensado e estruturado para combater esta situação.

Logo após a Assembleia Municipal do passado mês de Fevereiro que decidiu a apresentação de uma moção conjunta interpartidária sobre este assunto, o Município de Lousada decidiu convidar o Conselho de Administração do CHTS para uma reunião de trabalho e análise deste assunto que tem lugar no dia 22 de Março – quinta-feira, convidando ainda os responsáveis pelas bancadas do PS, PSD e CDS-PP a estarem presentes. Uma atitude simples, transparente e agregadora de todos os intervenientes políticos, numa altura que muitos pugnam por esta concertação de esforços mas muitos poucos praticam.

Um assunto desta importância tem que ser resolvido o mais urgente possível. Decidir ou tomar atitudes apenas nos períodos críticos é contraproducente para uma estratégia correta e a longo prazo que deve ser pensada e ponderada.

Estou certo que da parte do executivo municipal tudo será feito para interceder junto do Governo e do Ministério da Saúde. Acima de tudo está Lousada e não qualquer questão partidária ou promoção pessoal. Quero crer que com todos os outros também haverá esta atitude!

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