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Segunda-feira, Maio 23, 2022

Associações de socorros ainda resistem mas precisam de gente nova

Joaquim Ribeiro
Joaquim Ribeiro
Jornalista

A ASOCA – Associação de Solidariedade Social e de Socorros de Campelos, Torres Vedras, festejou 40 anos de existência. A efeméride foi aproveitada para a realização do encontro nacional da ANTRA – Associação Nacional de Transportes de Ambulância.

O presidente da associação anfitriã e aniversariante, José Severiano, explicou que a ASOCA nasceu devido às dificuldades relacionadas com a distância entre a localidade de Campelos e a cidade de Torres Vedras (cerca de duas dezenas de quilómetros) e a população organizou-se para fundar uma estrutura de prestação de socorro aos locais.

António José Franco, presidente da ANTRA, sublinhou a importância do trabalho destas associações em todo o país, mas advertiu que os órgãos sociais precisam de gente mais nova para rejuvenescer o tecido directivo, porque caso contrário fica comprometido o futuro destas organizações. “O nosso trabalho é 24 horas por dia e por vezes é mal compreendido, sobretudo por parte dos governos, que criam leis que nos complicam a vida”, acusou o dirigente, acrescentando que “as viaturas e as despesas com as mesmas são pagas pela próprias instituições, não há apoios do Estado, mas compramos viaturas novas com certas características que custam 40 mil euros e o governo altera as regras e essas viaturas não servem para nada”.


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