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João de Sousa

Quarta-feira, Outubro 5, 2022

COmVIDa. O início

Sabe-se de onde veio, mas não se sabe como lhe pôr termo.

É um vírus da família dos Corona vírus germinado em animais que os transmitem entre si, dentro da mesma espécie, mas que, no caso do vírus em questão – Covid 19 –, terá sido transmitido de uma espécie para outra e desta última para o Homem. Um processo de transmissão até então não usual.

Especula-se que terá aparecido em 2002 sinalizado pelas autoridades sanitárias Chinesas depois de confrontadas com relatos clínicos de que, em cerca de quatro dezenas de doentes com os mesmos sintomas, a maioria desses doentes terá estado num mercado de animais vivos situado no Sul da China onde terão contraído infeção viral que se viria a propagar através de contagio por vinte e nove países provocando a morte a cerca de oito centenas de pessoas num universo de contágio pandémico internacional.

O mercado em causa terá sido encerrado no tempo, tendo sido reaberto posteriormente.

Os mesmos sintomas viriam a ser detetados num outro surto viral, aquele que atualmente e, de forma assustadora, se encontra em fase de expansão no mundo.

Começou por ser um cenário inicial de contágio entre Humanos, na cidade de Wuhan, na China, onde também existe um mercado de animais vivos inserido num vasto mercado de negócios diversos.  Um negocio comum nos hábitos e usos sociais dos cidadãos locais, em pleno coração da cidade, sendo inclusive o seu “pulmão” económico mais relevante não só pelo peso percentual que tem no volume das transações de bens essenciais e outras mercadorias mas também, pelo efetivo impacto social interativo na relação entre pessoas que fazem com que seja o epicentro do seu pulsar quotidiano civilizacional tornando-se nevrálgico na essência e, cultural na forma.

Foi neste mercado que terão passado a maioria dos cidadãos infetados na fase inicial da pandemia concluindo-se então, dezembro de 2019, que o contagio do vírus terá aí sido contraído por Humanos através de animais infetados que se encontravam no mercado para serem vendidos.

O mercado foi encerrado de imediato após conclusão de que, por ele, terão passado vinte e sete das primeiras quatro dezenas de pessoas infetadas após verificação de sintomas semelhantes nas queixas dos doentes:

  • Tosse seca;
  • Febre;
  • Insuficiência respiratória aguda;
  • Pneumonia;

 

–  O período de incubação do vírus varia entre dois e catorze dias não existindo atualmente nenhum antiviral eficaz no combate embora já estejam vários antivírus específicos em estudo. –

Também foram encerradas todas as outras atividades económicas e sociais e as pessoas foram obrigadas a ficar em casa salvo as naturais exceções.

A cidade foi tecnicamente isolada e colocada em quarentena forçada com as autoridades policiais a patrulharem as suas ruas com enfoque para as de acesso à cidade.

Um gigantesco hospital de campanha devidamente equipado foi instalado precavendo a infeção generalizada da população local de forma a tentar conter o evidente contágio nacional naquele que é o Pais mais populoso do mundo.

Simplesmente, a sintomatologia já era de dimensão mundial com contornos de pandemia sem que se consiga precisar com exatidão quais os canais de propagação tão célere de um contágio com a dimensão em escala tão elevada até ao dia 31 de março de 2020 com os seguintes efeitos nefastos:

  • Todos os Continentes apresentam índices de contagiados;
  • mais de 200 Países estão identificados como estando contagiados;
  • há mais de 700 000 Infetados nos Países identificados;
  • há mais de 37 000 mortos por infeção do Covid 19;

Neste quadro de pandemia galopante os Países mais afetados são:

  • Estados Unidos;
  • Itália;
  • China continental;
  • Espanha;
  • Alemanha;

Segundo estudos sobre a evolução de o vírus Covid 19 este terá sido mutado na transmissão de uma espécie animal para outra espécie animal e desta última para o Homem o que o torna multirresistente e de compleição molecular distinta e, por isso, desconhecida. São inertes e, sendo parasitas intracelulares obrigatórios necessitam de células para se multiplicarem. O Homem é um hospedeiro secundário ou acidental que lhes abre a porta para a multiplicação descontrolada.

A partir de infeção contraída, o Homem dissemina essa infeção entre si por contágio direto face aos inúmeros canais que usa para a sua comunicação individual e coletiva.


Por opção do autor, este artigo respeita o AO90


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