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Quarta-feira, Outubro 27, 2021

Entrega de assinaturas do Manifesto “Eu Acolho” a António Costa

Novo comunicado da Amnistia internacional sobre a entrega das cerca de 15 mil assinaturas do manifesto “Eu acolho” ao Sr. Primeiro-Ministro, António Costa.

Esta entrega está enquadrada no trabalho da organização por melhores políticas e mecanismos de acolhimento de pessoas refugiadas, e vem no seguimento da vigília que a Amnistia Internacional realizou no passado dia 20 de junho, na Praça Europa, a propósito do Dia Mundial do Refugiado.

A Amnistia Internacional entregou, a 1 de julho, as cerca de 15 mil assinaturas do Manifesto “Eu Acolho”, dirigidas ao Sr. Primeiro-Ministro, António Costa, numa audiência online na qual esteve presente, em sua representação, a Secretária de Estado para a Integração e as Migrações, Cláudia Pereira. Esta entrega está enquadrada no trabalho da organização por melhores políticas e mecanismos de acolhimento de pessoas refugiadas, e vem no seguimento da vigília que a Amnistia Internacional realizou no passado dia 20 de junho, na Praça Europa, a propósito do Dia Mundial do Refugiado.

Olhar para a questão dos refugiados é ver além dos fluxos migratórios. É compreender a necessidade da criação de rotas legais e seguras, da partilha de responsabilidades no acolhimento destas pessoas por todos os Estados e do desenvolvimento de mecanismos que permitam uma melhor integração dos refugiados. É a tudo isto que o Manifesto “Eu Acolho” apelou, para que, em Portugal, sejam concebidas novas medidas enquadradas nestas três vertentes e, na União Europeia, para que o país possa influenciar positivamente para este caminho de solidariedade e acolhimento.

Com a assinatura deste manifesto, cerca de 15 mil pessoas juntaram-se à Amnistia Internacional, expressando a sua profunda preocupação com as condições que os refugiados enfrentam na União Europeia, depois da sua longa e perigosa travessia em busca de segurança numa Europa que tem falhado em atribuí-la. A organização irá prosseguir o seu importante trabalho para que mais muros de ódio, preconceito e obstáculos burocráticos possam ser derrubados.

A Amnistia Internacional continuará o seu trabalho até que todas as pessoas possam viver dignamente, em segurança e em paz, usufruindo do seu direito de requerer asilo e proteção, e que os Estados cumpram o seu dever em questões de acolhimento e prestação de asilo, respeitanto o seu vínculo aos compromissos internacionais em matéria de direitos humanos.

 

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