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Segunda-feira, Maio 23, 2022

Podem as empresas adaptar-se à nova era?

César Cid, diretor técnico para o Sul da região EMEA da Commvault (dicas sobre como as empresas se devem adaptar as empresas)

O impacto da revolução digital não afecta exclusivamente as grandes corporações multinacionais, mas todas as empresas. Quer se trate do sector da tecnologia como qualquer outro mercado. Independentemente da sua actividade. César Cid, director técnico EMEA sul da Commvault, dá algumas dicas de como as empresas se devem adaptar. Podendo assim, proteger os seus negócios e competir num panorama que evolui rapidamente e está em constante mudança.

Segundo César Cid, as empresas devem aproveitar o investimento em tecnologia adquirida para as funções onde esta possa ser útil:

  • Retenção de informação a longo prazo;
  • Protecção de sistemas de baixa criticidade;
  • Impacto em caso de falha.

De acordo com este responsável, a disponibilidade da informação tornou-se num caminho crítico para o êxito das empresas de hoje. Mas é imprescindível adoptar tecnologias que garantam que se possa recuperar a informação da forma mais rápida possível em caso de necessidade.

Citações

César Cid de Rivera, Diretor Técnico para o Sul da região EMEA da Commvault
“A premissa actual perante a mudança inevitável é a da evolução, ou seja, renovar para não morrer. Não é por acaso que os novos players do espaço das grandes ligas empresariais e de crescimento rápido são, invariavelmente, empresas novas ou com poucos anos de existência (por exemplo Uber, Google, Airbnb, SocietyOne, Facebook…). Para enfrentar esta mudança, as empresas ou sectores mais tradicionais no que diz respeito ao uso da tecnologia devem adaptar-se a este novo meio e enfrentar a realidade que os seus clientes exigem: o do imediatismo”.

“Esta é a razão principal pela qual devemos assumir que o uso das mesmas ferramentas que utilizávamos não só há mais de 10 anos como inclusive há cinco ou menos ainda, deve mudar. Todas e cada uma destas ferramentas ficaram obsoletas e incapazes de responder às actuais necessidades e tempos de resposta que os nossos utilizadores e clientes exigem, colocando em risco o próprio negócio”, sublinha.

“O problema que se coloca é o crescimento desmesurado de informação nas empresas e a procura intransigente da mesma num mundo sempre conectado, a todas as horas e dias do ano”.

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