Diário
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João de Sousa

Sábado, Setembro 25, 2021

Dias de África na Universidade Nova de Lisboa

Celebrar a cultura e a liberdade é o propósito do Núcleo de Estudos Africanos da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa (NEAL NOVA) que, esta semana, organiza tertúlias, exposições de arte, bancas de literatura, espectáculos de música e dança, poesia e teatro. Ao sabor da muamba, da cachupa, do caldo de macarra ou do peixe com banana pão, os dias são para pensar e sentir não só África mas todos os países lusófonos.

Esta terça-feira, houve uma Tertúlia da Esplanada sobre “Memória Colonial e Desconstrução de Narrativas”. Mas até à próxima sexta, 17 de Maio, o evento propõe uma série de actividades onde haverá ainda espaço para debater “A representatividade negra na sociedade portuguesa”, a “A política externa dos EUA, China e Rússia”, a língua, a cidadania, ou o associativismo.

Durante “A Semana de África e do Países Lusófonos” vai estar disponível uma banca de donativos para Moçambique onde poderão ser entregues bens alimentares, bens de higiene, roupas, medicamentos, livros entre outros, que serão posteriormente entregues à Cruz Vermelha Portuguesa.

“A Universidade é um espaço para se pensar em liberdade, para a desconstrução de mitos e narrativas falaciosas, e a acima de tudo para o empoderamento do conhecimento. África é um continente com muitas debilidades, mas também é um continente com muitas potencialidades, este é o continente abençoado, este é o continente berço da humanidade”, refere o NEAL que, desta forma, antecipa as comemorações do “Dia de África”, internacionalmente assinalado a 25 de Maio pela União Africana para recordar o I Congresso dos Estados Africanos Independentes, realizado em 1958.

Dinamizar actividades; promover o multiculturalismo entre as diferentes nacionalidades dos estudantes da FCSH e a diáspora da CPLP; debater o passado, o presente e o futuro dos países lusófonos. Estes são apenas alguns dos desígnios do Núcleo de Estudos Africanos, que quer ser uma plataforma para quem pretenda compreender melhor as dinâmicas contemporâneas do continente africano.




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