Diário
Director

Independente
João de Sousa

Terça-feira, Maio 28, 2024

FEST arrancou em Espinho com programação ambiciosa

fest-espinho-2016

 

O festival de cinema FEST – Novos Realizadores, Novo Cinema, teve o seu início na segunda-feira dia 20, decorre até dia 27 e abriu com a exibição, fora de competição, do multi-premiado “Tangerine”, de Sean Baker, muito falado pela crítica internacional por ter sido filmado através de um simples iPhone.

fest-espinho-2016
Tangerine, de Sean Baker

No campo de treino do FEST, como o Jornal Tornado já noticiou, vão estar “presentes o realizador húngaro Béla Tarr, a designer de produção de ‘Guerra de Tronos’, Gemma Jackson, o director de fotografia do filme ‘Elisabeth’, Remi Adefarasin, o editor de ’12 Anos Escravo’, Joe Walker, e o produtor Garreth Willey, colaborador de Woody Allen”.

Em concurso estão filmes como “The Fits”, “Granny’s Dancing on the Table” ou “Starless Dreams”, um documentário do Irão, sobre o actual papel da mulher naquele país do Médio Oriente.

A secção competitiva é composta maioritariamente por curtas-metragens mas que conta com algumas longas, entre elas, destaque para o documentário português Irmãos, realizado por Pedro Magano, sobre as tradições religiosas da ilha de São Miguel, nos Açores, vencedor do festival Caminhos do Cinema Português o ano passado.

fest-espinho-2016
Irmãos, de Pedro Magano

Este ano o Fest apresenta ainda um programa de ‘pitch’ de documentários, séries, curtas e longas-metragens, em que vários realizadores são ouvidos por um painel de peritos, com o objectivo de os produzirem e financiarem os projectos”, adiantou a organização em comunicado.

O festival de Espinho acontece anualmente no Centro Multimeios de Espinho e é essencialmente um evento dirigido a estudantes e profissionais de cinema, muito centrado em master classes e formação Training Ground.

Para a organização do festival, Espinho é a cidade ideal para sediar um evento desta natureza e com as características do FEST – Festival Novos Realizadores – Novo Cinema, pela cidade ficar num local privilegiado, não só pelas características ambientais, mas também, pelas paisagísticas e facilidade de acesso à cidade do Porto.

Os participantes do festival vêm essencialmente a esta cidade pelo cinema e “aproveitam sempre para fazer umas férias de praia e cinema, reavivando temporariamente o turismo da cidade”, adianta a organização.

Leia também – Béla Tarr em Espinho e Lisboa

Receba a nossa newsletter

Contorne o cinzentismo dominante subscrevendo a nossa Newsletter. Oferecemos-lhe ângulos de visão e análise que não encontrará disponíveis na imprensa mainstream.

- Publicidade -

Outros artigos

- Publicidade -

Últimas notícias

Mais lidos

- Publicidade -