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Quarta-feira, Julho 6, 2022

Obscenidades II

José Pacheco
José Pacheco
Educador e aprendiz de utopias.

No fim de um ano lectivo, com assiduidade plena e significativas aprendizagens realizadas, os alunos da escola de Monsanto “reprovaram por excesso de faltas”. Eu sei que parece mentira, mas aconteceu…

As escolas são pessoas, mas o ministério da educação crê que uma escola é um edifício. E uma crença não se discute, deve ser respeitada.

Porém, crenças e “achismos” não deverão ser suportes de política educativa. Autoritária e arrogantemente, burocratas enquistados no sistema educativo impõem práticas desprovidas de fundamento científico, ou legal (terão lido o artigo 48º da Lei de Bases?).

Ousam tomar insanas decisões, como o despropósito da reprovação por excesso de faltas, porque estão conscientes da impunidade dos seus actos e contam com o obsceno silêncio dos pedagogos.

A que faltas se refere o ministério, dado que os alunos estiveram em situação de ensino doméstico e até estiveram dentro de um edifício, a que o ministério chama escola? Conseguirá o ministério explicar por que razão alunos com 100% de assiduidade reprovam, enquanto outros jovens aprendem… fora do edifício da escola?

Leia  Obscenidades  Parte 1/3

 

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