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João de Sousa

Sexta-feira, Dezembro 9, 2022

Refugiados somalis obrigados a regressar ao seu país

A Amnistia Internacional divulgou em novo relatório a penosa situação de milhares de refugiados somalis coagidos a partir do campo de Dadaab no Quénia a voltarem à Somália, para viverem em condições miseráveis, confrontados com violência, fome e seca extrema.Este relatório intitulado Not Time to go home: Unsustainable returns of refugees to Somalia (Não é momento para voltar a casa: regressos insustentáveis de refugiados para a Somália) onde a  Amnistia Internacional documenta a insustentável situação dos direitos humanos vivida por milhares de refugiados somalis coagidos a partir do campo de Dadaab no Quénia e a regressarem à Somália.

Neste país, que atravessa uma situação de seca extrema, esperam-os a fome, a violência e condições de vida miseráveis. A presente situação é em grande medida resultante do falhanço da comunidade internacional em prestar a assistência e fundos necessários ao seu digno acolhimento no Quénia.

A Amnistia Internacional mantém uma campanha global intensa para pressionar os líderes mundiais a partilharem responsabilidades e a providenciarem soluções solidárias, dignas e humanas à actual crise de refugiados. Este esforço passa nomeadamente por um manifesto disponível para assinatura pública e que será entregue ao primeiro-ministro, António Costa, em Portugal.

 

Clique na imagem para ler o relatório (em inglês).

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