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Sexta-feira, Abril 19, 2024

Três bandas filarmónicas torrienses juntaram-se para concerto conjunto

Joaquim Ribeiro
Joaquim Ribeiro
Jornalista

Três bandas filarmónicas do concelho de Torres Vedras juntaram-se e construíram um espectáculo musical, o concerto narrado intitulado “Musicae: A Histórica Viagem de Cae”.O projecto foi composto por músicos da Banda de Música da Casa do Povo de Campelos, da Sociedade Filarmónica Incrível Aldeiagrandense e da Sociedade Filarmónica Ermegeirense. O objectivo é aproximar a comunidade musical e divulgar o trabalho das bandas filarmónicas através de um espectáculo comum. O nome “Musicae” resulta da junção das iniciais das localidades que o compõem: Campelos, Aldeia Grande e Ermegeira.

De acordo com o folheto de apresentação do espectáculo, o concerto é inspirado “na tradição do romance pitoresco” e segue a “viagem atribulada de uma personagem improvável pelas terras de Portugal”. É dirigido pelos maestros das três bandas, Daniel Batista, Débora Bessa e José Manuel da Silva. Conta ainda como actores, Jorge Damas Antunes, Sérgio Neves e Eunice Silva.

No próximo domingo, dia 17, às 16 horas

As primeiras duas sessões tiveram lugar no Teatro-Cine de Torres Vedras, nos dias 1 e 2 de Dezembro. No próximo domingo, dia 17, às 16 horas, tem lugar a terceira sessão, mas desta vez no auditório do Centro Social da Sociedade Filarmónica Ermegeirense, na Ermegeira.

Durante a narração e interpretação da história são interpretadas várias peças pelas três bandas. Nomeadamente, Alpina Fanfare, de Franco Cesarini; Pilatus: Mountain of Dragons, de Steven Reineke; Navegar, Navegar; de Fausto com arranjo de Jorge Salgueiro; At world’s end, de Hans Zimmer com arranjo de Erik Rozendom; Francisco Magalhães – Scorpions Medley, de Luís Cardoso; Into the storm, de Robert W. Smith; Backdraft, de Hans Zimmer com arranjo de Masato Myokoin; e Roque em português, de Luís Cardoso.

A Banda de Música da Casa do Povo de Campelos nasceu em finais de 1975 quando a professora primária, Maria Natália Andrade, lançou à comunidade o desafio de constituir uma banda e uma escola de música. As aulas tiveram início em Fevereiro de 1976, na sacristia da igreja de Santo António.

As outras duas bandas são bastante mais antigas, ambas centenárias e fundadas ainda no século XIX. A Sociedade Filarmónica Ermegeirense nasceu a 5 de Março de 1882, por habitantes da Ermegeira que terão pertencido a uma banda de música no Maxial. A Sociedade Filarmónica Incrível Aldeiagrandense foi criada a 5 de Agosto de 1895, na Aldeia Grande, fundada por Luís Clemente e um grupo de amigos.

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