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João de Sousa

Segunda-feira, Agosto 2, 2021

Não há amores infinitos

Yvette Centeno
Licenciou-se em Filologia Germânica, e e doutorou-se com uma tese sobre A alquimia no Fausto de Goethe. É desde 1983 Professora Catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde fundou o Gabinete de Estudos de Simbologia, actualmente integrado no Centro de Estudos do Imaginário Literário.

Poema de Yvette Centeno

Não há amores infinitos

Não há amores infinitos

todo o amor tem um fim

por muito que tenha sido

um grande amor desejado

o amor no fim é passado

a memória não lhe serve

já não devolve lembranças

a memória já só esquece

buscando novos caminhos

amores de outros sentidos

renovadas esperanças

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