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Quinta-feira, Julho 7, 2022

Primeiro orçamento participativo de Torres Vedras elegeu oito projectos

OrcamentoParticipativoTorresVedras

A aquisição de uma ambulância para a Associação de Socorros da Silveira foi o projecto mais votado no primeiro orçamento participativo da Câmara Municipal de Torres Vedras, com 544 votos. Os resultados foram revelados no dia 12 de Dezembro. Foram ainda eleitas mais sete propostas, num investimento total de 250 mil euros.

O orçamento participativo de 2015 começou em Maio com a escolha dos projectos por freguesia, seguindo-se a avaliação técnica dos primeiros 51, dos quais saíram os 29 finalistas. A votação destes últimos, pelos habitantes do concelho torriense, decorreu entre os dias 11 e 27 de Novembro. Para além do montante global de orçamento disponibilizado pelo município de 250 mil euros, cada projecto também não podia ultrapassar os 50 mil euros.

A proposta mais votada, com 544 votos, da autoria de David Carvalho, foi a aquisição de uma ambulância de socorro pré-hospitalar para a freguesia da Silveira. Foi igualmente escolhida outra proposta de aquisição de uma ambulância, que mereceu o voto de 329 torrienses, mas esta para os bombeiros de Torres Vedras, da autoria de Rui Silva, para substituir viatura idêntica mais antiga.

O segundo projecto mais votado, com 366 votos, foi a asfaltagem da estrada até ao Casal de Porto Rio, em São Pedro da Cadeira, com ligação à ciclovia Torres Vedras – Santa Cruz, proposto por Amicle Santos. Em terceiro lugar ficou uma sugestão de João Batista, que recebeu 335 votos, para equipar o edifício “Amigos do Ramalhal” de forma a dar apoio à festa anual, refeições no ATL e realização de eventos culturais e desportivos.

Foram ainda contemplados mais quatro projectos. Um de Filipa Coelho, intitulado “Juntos Salvamos Mais Vidas”, que se propõe ensinar noções básicas de primeiros socorros a toda a comunidade, incluindo escolas, instituições e empresas.

Outros dois foram para a freguesia da Ponte do Rol, o primeiro de Nélson Faustino, requalificar e equipar um edifício público com cozinha comunitária, onde seja possível confeccionar tradições culinárias, dando apoio ao parque verde e disponível para utilização pela comunidade local, nomeadamente pelas associações; o segundo, de Luís Santos, a colocação de uma plataforma elevatória no centro de dia da ASAS (Associação de Solidariedade e Acção Social), para que os utentes com mobilidade reduzida possam usufruir da sala polivalente, existente no primeiro andar, e deixar de funcionar o refeitório na sala de lazer.

Por último foi ainda escolhido o projecto de Ana Paula Pires, para uma Unidade Móvel de Apoio Social em A dos Cunhados, que passa pela aquisição de uma viatura para a deslocação de técnicos de saúde e de serviço social às residências de famílias carenciadas.

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